Assembleias estudantis
quando meninos e meninas reivindicam a escola como espaço de formação humana
DOI:
https://doi.org/10.55823/rce.v17i17.129Palavras-chave:
assembleias estudantis, direitos humanos, educação, formação humanaResumo
Esse texto é um relato de experiência sobre a construção e resultados de assembleias estudantis realizadas com estudantes do ensino fundamental II. Experiência que traz evidências que divergem de ideias que vem ganhando espaço em nossa sociedade, como através do movimento Escola Sem Partido. Demonstra que o ato de ensinar sempre educa, e que há reconhecimento e reivindicação de meninos e meninas sobre o papel formativo que a escola possui. Compartilho com a intenção de que ele inspire nossas lutas por condições de trabalho, autonomia docente, que nos permitam continuar a realizar a construção de práticas preocupadas com a formação humana, sem que isso precise ser visto como algo excepcional ou ato de heroísmo.
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